REDE LAI LAI APEJO APOIA COMBATE AO RACISMO NO SUS
MANUAL VAI COMBATER RACISMO NO SUS
Curso direcionado a militantes do movimento negro e profissionais do setor vai elaborar material para ajudar luta contra discriminação
da Prima Pagina, www.pnud.org.br

Militantes do movimento negro e funcionários de órgãos de saúde vão elaborar, para profissionais da área, um manual de combate ao racismo no SUS (Sistema Único de Saúde). O material será elaborado pelos participantes do curso “Participação e Controle Social da População Negra em Saúde”, que acontece em três edições, todas em Brasília, mas cada uma englobando uma região diferente do país. A primeira será entre 25 e 30 de junho e vai reunir ativistas e profissionais da saúde do Amazonas, Rondônia, Roraima, Acre, Pará, Amapá, Maranhão, Piauí, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte.
“O objetivo é fortalecer as pessoas para o desenvolvimento do controle social na saúde da população negra. Mesmo os sistemas mais democráticos como o SUS são afetados pelo racismo”, afirma Lúcia Xavier, coordenadora da organização não-governamental Criola, instituição responsável pelo curso. Segundo ela, a atividade planeja mapear a situação da saúde em cada região e fornecer informações sobre os direitos à saúde, o funcionamento do SUS e os orçamentos destinados para a área, de maneira a ajudar a construir uma gestão mais participativa.
A programação inclui palestras sobre o papel do Estado na implementação de direitos, estratégias de avaliação das políticas públicas de saúde, os impactos do racismo na saúde dos negros e a legislação do setor. Ao final do evento, será elaborado um manual de orientação para as pessoas que trabalham na área. Cada turma terá 50 participantes (25 homens e 25 mulheres), com prioridade aos deficientes físicos e militantes do movimento homossexual.
“A gente espera construir uma rede de pessoas sensíveis para a defesa do direito à saúde da população negra e que possa defender o SUS como uma política democrática e eqüitativa que representa nossos anseios como cidadãos”, diz Lúcia.
O mesmo conteúdo será discutido também entre 20 de julho e 05 de agosto com os representantes de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Tocantins, Pernambuco, Sergipe, Bahia, Alagoas e Distrito Federal. Entre 24 e 29 de setembro, com os participantes vindos do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo.
O curso faz parte das ações do Programa de Combate ao Racismo Institucional, executado pelo PNUD, e tem o apoio do Ministério da Saúde, da Rede Lai Lai Apejo, da Rede Nacional de Religiões Afro-Brasileiras e Saúde e da AMNB (Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras).
Saiba mais sobre o Programa de Combate ao Racismo Institucional no Brasil, que apóia a realização do curso Participação e Controle Social da População Negra em Saúde. no site do PNUD Brasil www.pnud.org.br
Curso direcionado a militantes do movimento negro e profissionais do setor vai elaborar material para ajudar luta contra discriminação
da Prima Pagina, www.pnud.org.br

Militantes do movimento negro e funcionários de órgãos de saúde vão elaborar, para profissionais da área, um manual de combate ao racismo no SUS (Sistema Único de Saúde). O material será elaborado pelos participantes do curso “Participação e Controle Social da População Negra em Saúde”, que acontece em três edições, todas em Brasília, mas cada uma englobando uma região diferente do país. A primeira será entre 25 e 30 de junho e vai reunir ativistas e profissionais da saúde do Amazonas, Rondônia, Roraima, Acre, Pará, Amapá, Maranhão, Piauí, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte.
“O objetivo é fortalecer as pessoas para o desenvolvimento do controle social na saúde da população negra. Mesmo os sistemas mais democráticos como o SUS são afetados pelo racismo”, afirma Lúcia Xavier, coordenadora da organização não-governamental Criola, instituição responsável pelo curso. Segundo ela, a atividade planeja mapear a situação da saúde em cada região e fornecer informações sobre os direitos à saúde, o funcionamento do SUS e os orçamentos destinados para a área, de maneira a ajudar a construir uma gestão mais participativa.
A programação inclui palestras sobre o papel do Estado na implementação de direitos, estratégias de avaliação das políticas públicas de saúde, os impactos do racismo na saúde dos negros e a legislação do setor. Ao final do evento, será elaborado um manual de orientação para as pessoas que trabalham na área. Cada turma terá 50 participantes (25 homens e 25 mulheres), com prioridade aos deficientes físicos e militantes do movimento homossexual.
“A gente espera construir uma rede de pessoas sensíveis para a defesa do direito à saúde da população negra e que possa defender o SUS como uma política democrática e eqüitativa que representa nossos anseios como cidadãos”, diz Lúcia.
O mesmo conteúdo será discutido também entre 20 de julho e 05 de agosto com os representantes de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Tocantins, Pernambuco, Sergipe, Bahia, Alagoas e Distrito Federal. Entre 24 e 29 de setembro, com os participantes vindos do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo.
O curso faz parte das ações do Programa de Combate ao Racismo Institucional, executado pelo PNUD, e tem o apoio do Ministério da Saúde, da Rede Lai Lai Apejo, da Rede Nacional de Religiões Afro-Brasileiras e Saúde e da AMNB (Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras).
Saiba mais sobre o Programa de Combate ao Racismo Institucional no Brasil, que apóia a realização do curso Participação e Controle Social da População Negra em Saúde. no site do PNUD Brasil www.pnud.org.br


